Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Santa Casa de Socorro investe em medicamento que reduz mortes por infarto

Uma das maiores causas de morte no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde, são os agravos cardiovasculares, como o infarto agudo do miocárdio. Pensando nisso e visando o aperfeiçoamento no atendimento aos pacientes, a Santa Casa de Socorro e a Secretaria de Saúde, incluíram no pronto-socorro do hospital um dos remédios mais eficientes para este tipo de emergência: o metalyse.    

“Desde quando começamos a adquirir este medicamento, há cerca de cinco anos, diminuímos o percentual de mortes por infarto, já que ele tem uma ação imediata, promovendo a dissolução do coágulo, restaurando o fluxo de sangue para o coração”, explica a coordenadora de enfermagem Wladina B. Zamboim.

O metalyse está à disposição para todos os casos para os quais ele é indicado, seja para atendimento de convênios, particular e SUS, sendo esta última a grande maioria.

O infarto agudo do miocárdio (IAM) geralmente se caracteriza por alguns sintomas como dores fortes no peito, de início súbito, que pode irradiar para o braço ou mandíbula, e é causado por um coágulo (trombo) que interrompe o fluxo de sangue para o músculo cardíaco.

Wladina afirma que pacientes que dão entrada com estes sintomas e tem o diagnóstico confirmado por exames, como o eletrocardiograma ou exames de sangue, e recebem este medicamento prontamente tem maiores chances de recuperar grande parte do miocárdio que foi lesado e serem capazes de reassumir suas atividades rotineiras normalmente. Por outro lado, aqueles pacientes que não recebem atendimento em tempo hábil, como acontece em serviços que não possuem este recurso, podem ter grande perda do músculo cardíaco e inclusive evoluir para óbito.

O metalyse deve ser prescrito por um médico experiente com o medicamento e o paciente deve ser monitorado e acompanhado durante todo o tratamento. Vale destacar que cada ampola custa cerca de R$ 5 mil e sua aplicação precoce reduz significativamente a morbi-mortalidade IAM.

“Sendo assim, a Santa Casa de Socorro e a Secretaria de Saúde não medem esforços para manter essa medicação nos atendimentos de urgência e emergência. Embora tenha um custo bastante elevado, os pacientes recebem a medicação sem custo algum, sendo esse totalmente custeado com recursos próprios do hospital”, conclui a coordenadora.

 

Fonte: Imprensa Oficial da Prefeitura de Socorro.

Equipe de jornalismo Rádio Socorro: Felipe Souza e Mariana Cecilia.

Deixe seu comentário:

Últimos eventos

Menu

Rádio Socorro FM 103.1khz

 Rua Vicente D’Anna, 473, Centro, Socorro-SP

(19) 3895-1444 

 Comercial: (19) 3895-2421

Curta no Facebook