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Polícia civil investiga o caso.
Na noite de 02/05, às 19h44, compareceu ao plantão da delegacia de Serra Negra a Guarda Municipal de Socorro, relatando que tomou conhecimento de que um empresário de nome M., residente no Estado do Paraná, estaria sendo vítima de possível tentativa de golpe envolvendo a negociação de um implemento agrícola, do tipo graneleiro. Segundo apurado, o referido empresário teria realizado a venda do equipamento a um indivíduo identificado como J.F., residente em Bueno Brandão/MG, tendo, inclusive, firmado contrato de compra e venda e providenciado a entrega do bem na cidade de Socorro/SP.
Consta que um indivíduo identificado como M.C. teria intermediado o contato com uma terceira pessoa, a qual disponibilizou um terreno no bairro do Oratório para o descarregamento da máquina, até a entrega ao suposto comprador. Posteriormente, a vítima de nome M. tomou conhecimento de que o seu implemento agrícola estaria sendo anunciado para venda em rede social (Facebook), por valor significativamente inferior ao de mercado, levantando suspeitas quanto à regularidade da negociação anterior.
Ao ser informada sobre o fato e de que a referida máquina estaria sendo transportada por um caminhão até o bairro Mostardas, em Monte Alegre do Sul, a GCM de Socorro logrou êxito em abordar o caminhão no bairro da Chave. Indagado, o motorista afirmou que nada sabia em relação à tal negociação e que apenas havia sido contratado por M.C. para fazer o transporte da ‘máquina’.
Durante a ocorrência, o caminhão apresentou problemas mecânicos, ocasião em que “C” compareceu ao local para prestar auxílio, sendo então abordado pelos GCMs. Indagado, confirmou ter intermediado tanto o descarregamento inicial do implemento no pátio no Oratório quanto sua posterior retirada a pedido de J.F. de Bueno Brandão, sendo as partes envolvidas encaminhadas ao plantão policial.
Na delegacia, os investigadores conseguiram contato com J.F. por meio de um número de celular DDD 35, oportunidade em que ele negou ter participado da transação comercial em apuração. Relatou, ainda, que terceiros teriam utilizado indevidamente seus documentos pessoais e folhas de cheque para a prática do presente estelionato. O caso segue sob investigação pela Polícia Civil. O suspeito pela intermediação do negócio foi preso em flagrante e liberado após audiência de custódia, devendo responder em liberdade.