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O governo de São Paulo manteve nesta quarta-feira, 1, a decisão de não priorizar o imunizante da Pfizer para a vacinação com a dose de reforço contra a Covid-19 no estado, em desacordo com a orientação do Ministério da Saúde e com a opinião de cientistas. A gestão João Doria criticou a nota técnica do ministério e afirmou que a decisão do governo federal de não considerar a CoronaVac na aplicação da dose de reforço foi política.
Em coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira, a gestão estadual divulgou o calendário de vacinação da dose de reforço para todos os idosos com mais de 60 anos e imunossuprimidos acima de 18 anos. A aplicação será escalonada e começa na próxima segunda, 6, com idosos acima de 90 anos.
O plano de vacinação do governo estadual de São Paulo é diferente do elaborado pelo governo federal. O Ministério da Saúde recomendou a dose de reforço para pessoas com mais de 70 anos e imunossuprimidos, e determinou que a imunização deverá ser feita, preferencialmente, com uma dose da Pfizer.
Já o governo de São Paulo não estipulou o fabricante da dose a ser utilizada no reforço. Assim, a vacina deve ser a que tiver disponível no posto de saúde no momento. No entanto, estudos ainda não avaliaram todas as combinações possíveis entre diferentes marcas de imunizantes.
Cientistas que estudam a pandemia criticaram a opção do governo estadual e destacaram estudos que mostram maior proteção para idosos com uma dose de reforço da Pfizer, como estipulado pelo governo federal. Eles afirmam que a CoronaVac tem bons resultados para evitar a forma grave da doença, mas que não deveria ser a primeira opção para a dose de reforço.
Com informações: G1.