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Após o chocante acidente do Capitólio, em Minas Gerais, que deixou 10 pessoas mortas, as investigações têm o objetivo de prevenir novos desastres. O turismo de aventura sem fiscalização pode ser muito perigoso, então municípios, estados e o governo federal já estão colocando em prática medidas e inspeções. No entanto, não há lei que obrigue os estudos de risco ou vistorias em áreas remotas, onde ficam os cânions. Veja a reportagem completa acima.
Segundo revelou o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, o Serviço Geológico do Brasil, empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia, identificou 500 áreas onde há risco.
Pela lei, as inspeções e estudos de risco só precisam ser realizados em áreas urbanas. Em locais remotos, onde ficam os cânions, falésias, cavernas e cachoeiras, ficam de fora da obrigatoriedade, mas especialistas são categóricos: esse monitoramento das regiões rurais e turísticas é fundamental para prevenir acidentes naturais como o de Capitólio.
Com informações: G1.