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Em reconstituição, assaltante e GCM dão versões distintas sobre confronto ocorrido em 14 de novembro do ano passado

Aconteceu na manhã de sexta-feira, 12, na Avenida Irmãos Picarelli e na Rua Doutor Carlos Norberto, em Socorro, uma reconstituição do confronto ocorrido na noite de 14 de novembro do ano passado entre agentes da Guarda Civil Municipal de Socorro e um homem, B.M.R, que tinha assaltado uma farmácia e um posto de gasolina no centro da cidade. No confronto, o assaltante foi baleado por um agente da GCM. O homem que praticou o assalto, que se encontra detido na Cadeia Pública de jundiaí, foi trazido para Socorro para participar da reconstituição, e uma perícia também esteve presente no local.

O processo de roubo e resistência à prisão está tramitando na justiça e a reprodução simulada dos fatos, que é a reconstituição do ocorrido no dia do crime, tem a intenção de confrontar versões divergentes sobre a abordagem dos agentes da GCM ao homem que praticou o assalto. Os guardas e o homem detido dão versões diferentes sobre o ocorrido. A perícia irá investigar ambas as versões, com a intenção de verificar se há divergências entre a versão dos fatos relatada no dia do ocorrido e a versão relatada na reconstituição. Assim será possível chegar a um parecer sobre qual das versões do caso é verídica.

Versão do homem que praticou o assalto:

Segundo B.M.R., ele teria pulado a cerca em direção ao rio da Avenida Irmãos Picarelli após o assalto, e, quando retornava para a rua, os agentes teriam chegado gritando para que ele deitasse no chão. O homem teria seguido a ordem dos guardas, e se deitado e logo sentiu um tiro em suas nádegas. Após o primeiro disparo, B.M.R teria virado de frente para os agentes da GCM, ainda deitado, e então eles teriam disparado mais alguns tiros que teriam atingido seu peito e abdômen. B.M.R. ainda comenta que, após os disparos, ouviu os guardas dizendo “vagabundo tem que morrer”. O homem alegou que não se lembra de tudo o que aconteceu mas que houve abuso por parte dos agentes.

Versão dos agentes:

Assim que os agentes G.A.L. e E.R. chegaram à Avenida Irmãos Picarelli, teriam se deparado com o assaltante pulando a cerca de volta para a rua. O agente G.A.L. teria se aproximado do homem que, imediatamente, teria apontado uma faca e atingido seu peito por cima do colete à prova de balas. Depois do ataque, G.A.L. teria recuado e efetuado dois disparos contra B.M.R. O outro agente, E.R., vendo que o homem não recuava e não obedecia à ordem para soltar a faca, teria efetuado mais dois disparos contra B.M.R. que, depois de um tempo, teria sentiu vontade de urinar por conta de um tiro ter atingido sua bexiga, e acabou se rendendo. Os agentes alegam que os disparos foram feitos em legítima defesa.

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