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De acordo com o portal g1, no sábado, 12 de setembro, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou, em decisão liminar, a manutenção de 80% do efetivo em atividade em cada unidade ou estabelecimento da empresa durante a paralisação.
A medida abrange trabalhadores das unidades de atendimento, tratamento, transporte, distribuição e áreas administrativas ou de suporte indispensáveis à continuidade da cadeia postal.
O julgamento do dissídio coletivo, após a rejeição, nas assembleias sindicais, da proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2026/2028, está marcado para 21 de setembro, às 13h30, na Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC). Ainda é possível que as partes cheguem a um acordo antes do julgamento.
Até que haja uma solução para o impasse, a FINDECT orienta os sindicatos filiados a manterem a greve e a continuidade das mobilizações. A federação afirma que permanece aberta ao diálogo e defende a construção de uma proposta que possa ser submetida à avaliação dos trabalhadores.
CRISE FINANCEIRA
Os Correios estão há 15 trimestres consecutivos no vermelho. No primeiro semestre deste ano, a empresa registrou prejuízo de R$ 5,6 bilhões.
O prejuízo do segundo trimestre, no entanto, foi menor que o registrado nos dois trimestres anteriores: o primeiro trimestre de 2026 e o quarto trimestre de 2025. A empresa havia registrado prejuízo recorde no primeiro trimestre deste ano.
SOBRE A GREVE
Para situações específicas, os clientes podem entrar em contato com os Correios pelos telefones 4003-8210 e 0800-881-8210 ou utilizar os canais digitais de atendimento da empresa.
Saiba mais em: https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/09/14/greve-dos-correios-continua-veja-como-ficam-as-entregas.ghtml